Terminal de Consulta de Preço: Vilão ou Mocinho?



Durante as entrevistas realizadas pela Flink com consumidores dos supermercados no Nordeste, constatamos que para mais de 10% dos entrevistados a dificuldade de consultar os preços é considerada como uma das maiores insatisfações na hora de realizar suas compras. Não saber quanto um produto custa, pelo fato de não ter etiquetas nas Gôndulas, ou ainda, achar um produto fora da sua sessão e querer consultar o preço antes de colocá-lo no carrinho pode tornar-se uma situação de frustração para o cliente.


Os clientes dos supermercados estão se comportando de forma cada vez mais autônoma, a necessidade de procurar um atendente para receber ajuda na hora de identificar o valor de um produto acaba sendo um ponto de fragilidade para o estabelecimento, pois o funcionário pode não estar motivado o suficiente para prestar um bom atendimento e vir a receber a demanda desse cliente de forma inadequada. A propósito, o mal atendimento também foi um dos pontos mais citados por nossos entrevistados.



Alguns clientes optam por pular esse processo, deixando para consultar o preço apenas na hora de registrar suas compras e essa prática pode aumentar ainda mais o tempo desprendido na hora do caixa, pois, muitas vezes, pode ocorrer a necessidade do cancelamento do item e o operador de caixa terá que realizar o procedimento para o cancelamento, o que inclui a solicitação da presença de outro funcionário autorizado para realizar essa operação.

Sabemos que o investimento em tecnologias é um aliado importante para o crescimento de todo supermercado. Para auxiliar nessa demanda, atualmente podemos contar com os terminais de consulta de preços que são máquinas instaladas em pontos estratégicos do supermercado permitindo que o cliente consiga consultar facilmente os preços dos produtos através da leitura dos códigos de barra de cada item.

As informações contidas nesses terminais são extraídas do sistema ou software de gestão do supermercado. Um ponto positivo é que ao alterar o preço no sistema, a ação será refletida automaticamente nos terminais, ou seja, ainda que o preço esteja desatualizado na Gôndula, se o cliente fizer a leitura desse produto no terminal, ele terá acesso ao valor atualizado antes de chegar ao caixa.

Uma dúvida comum entre os supermercadistas é: O uso do terminal é obrigatório por lei? A resposta é que Sim, o decreto de nº 5.903, dentro da Lei nº 10.962 possui algumas regras especificas sobre o uso do código de barras.


Art. 7° Na hipótese de utilização do código de barras para apreçamento, os fornecedores deverão disponibilizar, na área de vendas, para consulta de preços pelo consumidor, equipamentos de leitura ótica em perfeito estado de funcionamento.

A lei prevê ainda que cada terminal deve estar a pelo menos 15 metros do cliente, para facilitar ainda mais a experiência do cliente na hora de realizar as suas compras. Além de obrigatório, o terminal de consulta de preço é, sem dúvidas, um aliado na gestão dos supermercados e traz vantagens importantes no relacionamento com o cliente.



Você sabia que a Flink já descomplicou esse processo? Somos focados em soluções que possibilitam uma melhor experiência do consumidor dentro do supermercado. Nossos usuários contam com um sistema de consulta de preços dentro do próprio aplicativo, permitindo mais comodidade na hora de consultar os preços dos produtos.


Ao bipar os itens, os usuários criam um histórico de consumo que pode ser facilmente acessado pela gestão do supermercado possibilitando a abertura de um leque de interação com o cliente, como o envio de promoções personalizadas.

Vem ser pioneiro na transformação digital em supermercados com a gente!

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