Prateleiras mais vazias, compras híbridas e o “novo normal” dos supermercados pós pandemia

As prateleiras de supermercados ficarão mais vazias no futuro. Mas isso não significa escassez de alimentos, e sim uma transformação nos hábitos de consumo. Muito tem sido falado sobre o “novo normal” pós-pandemia. É certo que as implicações dessa crise sanitária afetarão a humanidade em diversos aspectos, e um deles é o hábito de consumo nos supermercados.

A primeira mudança a vista é sobre a quantidade de produtos armazenados. Em geral, cerca de 6 mil itens diferentes compõem o estoque de um supermercado médio, mas isso deverá mudar. É o que aponta o Chicago Sun Times, a publicação enfatiza que além de cair nos próximos meses, esse número pode ser alterado de forma permanente.

Mas isso não significa que a experiência de compra em loja está fadada ao fracasso, e sim que a tendência é que no futuro as compras de supermercado deverão incorporar mais pedidos pré-planejados on-line.


As chamadas experiências de compras híbridas podem se tornar uma tendência. Nelas, o consumidor solicita on-line itens essenciais e não perecíveis da despensa, e se desloca ao supermercado para escolher itens frescos como carnes e legumes. No caixa, o consumidor se identifica e recebe os produtos pedidos on-line.

O que os dados revelam

Dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) apontam que desde meados de março, quando a quarentena iniciou no Brasil, as vendas de supermercado online registraram mais de 180% de aumento nas transações.

Essa é uma tendência que promete transformar os hábitos de consumo. Consultores da gigante Bain & Company esperam  que as vendas online de mantimentos vão representar em média 15% do total das transações. Enquanto isso, uma pesquisa feita pela especialista em consumidores, Nielsen, aponta que as vendas online vão representar 20% do varejo total de mantimentos até 2025.

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