O que a tecnologia tem a ver com a flexibilização nos supermercados?

Os desdobramentos locais da pandemia do novo coronavírus têm gerado efeitos nas políticas implementadas para o setor de supermercados em todo o mundo. A questão atual tem gravitado em torno de uma maior ou menor flexibilização das medidas restritivas, de acordo com o contexto econômico e epidemiológico.


O que mudou?

No dia 22 de junho, foram flexibilidades, por exemplo, algumas das restrições impostas aos supermercados pela Prefeitura do Recife para evitar a propagação do coronavírus. Tais medidas envolvem o funcionamento dos estacionamentos, que terão a sua capacidade máxima liberada para utilização e a autorização da entrada de mais de uma pessoa por família nas lojas.

Por outro lado, o limite de fluxo de 50% da capacidade e o uso obrigatório de máscara continuam em vigor na cidade.


Como se manter forte dentro deste contexto?

É preciso, desde já, chamar a atenção para algumas estratégias e inovações tecnológicas que serão centrais na nova fase dos mercados, sobretudo para os estabelecimentos de menor porte, como os mercadinhos de bairro e as mercearias.

Vimos com o início da pandemia, em março, uma ampliação exponencial dos pedidos online em supermercados. Para atender essa demanda, é necessário estabelecer estratégias.


Entenda 3 grandes transformações e possibilidades em curso no setor e como lidar com elas

  1. Há um crescimento, em diferentes países, da demanda por compras online em supermercados e mercadinhos. E tal processo não será restrito ao período de enfrentamento da pandemia. Muitos consumidores têm relatado, em pesquisas mundo afora, que não tinham ideia da facilidade de fazer compras pela internet e/ou telefone. No Brasil, as empresas que se anteciparem na oferta desses serviços sairão na frente;

  2. Entrar no mercado de vendas online não é uma tarefa que envolve somente as novas tecnologias e a digitalização dos processos de venda. Exige uma estruturação da empresa para isso, incluindo a reorganização das operações e dos custos, o treinamento dos funcionários para a seleção dos produtos, sobretudo aqueles perecíveis e refrigerados, e a atualização constante dos itens disponíveis;

  3. Com a flexibilização, os clientes que forem as lojas buscarão ser mais objetivos durante as compras e tentarão passar menos tempo em filas e escolhendo produtos. Por isso, ter uma solução que descomplica as compras para o seu cliente e o guia de perto durante o processo de compras é uma grande vantagem para o lojista. Já imaginou o seu cliente tendo as respostas para todas as suas dúvidas na palma de suas mãos e ainda fazendo checkout sem filas?

  4. O modelo híbrido de compras online e presencial deve ser uma alternativa para a logística operacional. Com a digitalização das vendas, a tendência a médio prazo é que o consumidor escolha os produtos não-perecíveis de casa e presencialmente somente as frutas, legumes, grãos, congelados, entre outros produtos perecíveis, necessitando da tecnologia para agilizar este processo.

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